Como já explicado começarei aqui uma sequência de posts relacionados a minha Iniciação Científica. Meu projeto consiste em uma leitura técnica e crítica sobre a monetização da blogosfera e está vinculado a PRPPG (Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação) da Ufes através do Prof. Doutor Fábio Malini. Após as apresentações vamos ao conteúdo propriamente dito desse post…
O que um dia já significou “coisa de adolescente” hoje passa a ser uma nova forma de se ganhar algum dinheiro extra no fim do mês. Para muitas pessoas o blog representa exatamente isso. E está cada vez mais comum a criação de blogs não mais com o intuito de se expressar livremente, e sim com a declarada intenção de angariar renda.
O exercício profissional dos blogs se potencializa a medida que a publicidade amadurece na Internet, afinal são dos anúncios que que a verba advém. Nos EUA e em Portugal o processo já está bem avançado; ao ponto de 51% dos leitores norte-americanos de blogs fazerem compras on-line. Por aqui no Brasil a coisa não está tão avançada ainda, mas a discussão sobre monetização da blogosfera começa a ganhar peso.
São ferramentas chamadas “programas de afiliados” que possibilitam essa onda. O mais famoso desses programas chama-se Google Adsense, que tratarei especificamente mais adiante. Além do Google outras empresas oferecem programas de afiliados, tais como Mercado Livre, Submarino e Buscapé.
Mas se há concorrência porque o Google Adsense é o mais popular? Simples. O Google é capaz de indicar anúncios contextuais de maior relevância que os outros programas. Ou seja, através do Google Adsense o anunciante terá mais certeza que seu produto será anunciado junto ao conteúdo adequado, gerando assim mais resultados positivos.
No próximo post dessa sequência abordarei os detalhes técnicos de funcionamento do Google Adsense, tais como CPC, CPM, CTR e outras siglas que confundem a cabeça do blogueiro.
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